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A Outra Menina Bennet

A Outra Menina Bennet

15
Abr19

“Arte de Amar”, Ovídio - um manual com mais de vinte e um séculos

Sofia

“Qual foi a vossa perdição, eu vos direi: não soubeste amar; faltou-vos arte; é a arte que faz perdurar o amor."

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Esta escolha foi um misto de vontade e dever. Já queria ler Arte de Amar há bastante, mas ainda não tinha tido oportunidade. Agora, a oportunidade surgiu e dediquei-me logo. Não tinha bem a certeza quando a comecei se queria falar sobre ela aqui, mas não resisti! 

 

08
Abr19

“Os Contos da Cantuária", Geoffrey Chaucer – desmitificando uma época mal compreendida

Sofia

“As pessoas podem morrer de mera imaginação"

y648.jpgHá um tempo que queria ler esta obra, mas a verdade é que acabei por o fazer agora por motivos académicos. Porém isso não retirou entusiasmo à minha leitura. Só aumentou um bocadinho o olhar critico e fez, talvez, com que não apreciasse bem a obra como um entretenimento. 

 

 

01
Abr19

“O Banquete”, Platão - o nosso amor “preferido”

Sofia

“O amor não tem uma natureza simples, bela ou feia em si mesma: é belo, se realizado com beleza, e feio, se realizado com vileza.” 

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Exatamente! Hoje venho falar-vos de outro livro que já queria (e devia) ter lido há séculos e ainda não o tinha feito. Neste caso nem sei bem porquê. É um livro pequenino e nada dispendioso. Apesar de ser muito denso e, na minha opinião, impossível de se entender na totalidade logo de caras. No entanto, até devido à importância em relação à minha área - a literatura -, não sei como ainda não me tinha lembrado de o ler. Provavelmente tem a ver com o facto de todos nós conhecermos mais ou menos o que se passa aqui?

 

 

25
Mar19

“Peter Pan”, J.M. Barrie - é mesmo verdade: nunca se é demasiado adulto para Contos de Fadas!

Sofia

“Segunda estrela à direita e sempre em frente até de manhã."

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Quando eu era uma menina muito pequenina lembro-me, e ainda hoje ouço dizer, que a única história que eu gostava de ouvir e que o único filme que eu via, que não era de Princesas, era Peter Pan. Tenho a certeza que naquela altura não sabia porque gostava tanto desta história, mas inconscientemente tinha uma razão, da qual hoje já tenho uma ideia. Aqui há umas semanas, fiz uma coisa que faço muitas vezes, que é pegar em O Principezinho e começar a ler tudo de novo. Quando acabei, decidi, um tanto do nada, que precisava urgentemente de ler Alice no País das Maravilhas e Peter Pan no original. Vá-se lá entender as meninas! Então, primeiro, Peter Pan

 

18
Mar19

“O Anticristo”, Friedrich Nietzsche – talvez um dia

Sofia

“Os fanáticos são pitorescos, a humanidade gosta mais de ver gestos do que ouvir razões."

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Bem, já sei. Cada vez que falo aqui de obras filosóficas é quase sempre do mesmo autor. Mas o que fazer? Nietzsche é o meu preferido e estou determinada e concluir em breve a leitura de todas as obras que escreveu. Além disso, contínuo a achar que ele é o autor de uma das filosofias mais importantes e intemporais. E O Anticristo estava em promoção!  

 

 

11
Mar19

“Em Busca do Tempo Perdido – Do Lado de Swann (Vol. I)”, Marcel Proust – o tempo a passar à velocidade de violetas e lilases

Sofia

“Os lugares que conhecemos só pertencem ao mundo do espaço em que os situamos para maior facilidade. Não eram mais que uma delgada fatia por entre impressões contíguas que formavam a nossa vida de então; a recordação de uma determinada imagem não passa da nostalgia de um determinado momento; e as casas, as estradas, as avenidas, são infelizmente fugazes, como os anos.”

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Há imenso tempo que queria começar a ler esta coleção. Provavelmente já notaram que escolhi este ano para ler todos aqueles livros que sempre quis ler, mas que por uma razão ou por outra, nunca li. Por falta de tempo, coragem ou só por distração. Parecendo que não, metem-se sempre imensas coisas no caminho quando nos determinamos a fazer algo. Porém, comecei finalmente Em Busca do Tempo Perdido e aqui vai a minha opinião acerca do primeiro volume, Do Lado de Swann.  

 

 

04
Mar19

“Os Irmãos Karamázov”, Fiódor Dostoiévski - superável?

Sofia

“Vivemos pouco tempo na terra, fazemos muitas coisas más e dizemos muitas palavras más. Aproveitemos por isso o bom momento deste nosso convívio para dizermos uns aos outros uma boa palavra. Assim faço eu: enquanto estou neste lugar, aproveito o meu momento.”

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Séculos e séculos e séculos. Foi esse o tempo que passei a convencer-me “a seguir vou ler os “Karamázov"”, e nunca lia! Finalmente aconteceu e, contra a minha própria crença, acabei num instante, e cá estou eu. Na verdade, terminei há já duas semanas, mas até hoje, não tive bem a certeza se queria mesmo falar sobre o livro, mas a minha vontade de querer dizer que toda a gente tem de ler esta obra triunfou. 

 

 

25
Fev19

“Ariel”, Sylvia Plath – mais POESIA assim, por favor!

Sofia

“Herr God, Herr Lucifer  
Beware
Beware.

Out of the ash
I rise with my red hair  
And I eat men like air.”

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Sylvia Plath é uma das minhas poetisas preferidas. Há uns tempos fiz a review de uma coleção da chamada “poesia moderna”, que se leram, sabem como me desagradou. A seguir a essa terrível experiência decidi que precisa de ler “poesia a sério”. Nem que fosse para me convencer de que não estava errada em achar a “nova poesia” detestável. Lembrei-me logo de Sylvia Plath porque também ela foi uma senhora e, antes de todas estas novas “poetisas”, ela já tinha escrito "a sério" sobre os mesmos temas. Escolhi a coleção Ariel por ter sido publicada postumamente.

 

18
Fev19

“Ulisses”, James Joyce – quando o sol brilhou para a Literatura

Sofia

A suprema questão acerca de uma obra de arte é quão profunda é a vida de onde ela brota”

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Ninguém faz ideia de há quanto tempo eu estava literalmente “a morrer” para ler Ulisses de James Joyce! Não o fiz mais cedo porque, entendi pelo que li acerca da obra e pelo que ouvi das pessoas mais entendidas e competentes que eu, que não a iria entender na sua totalidade. Era uma leitura difícil e exigente e bla bla bla. Então fui esperando. No início deste ano, meti na cabeça que já estava “qualificada” para ler tal livro, que já o conseguiria entender e apreciar, e que portanto estava na hora. 

 

 

11
Fev19

“Consolação da Filosofia", Boécio - e a arte?

Sofia

“Contemplai a extensão do céu, a sua estabilidade e célere movimento, e de uma vez por todas deixai de admirar coisas vis. E o céu não é mais admirável, em boa verdade, do que a ordem com que é governado. Como é arrebatadora a magnificência da sua beleza, como é veloz e mais fugaz do que a mutabilidade das flores primaveris.”

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Quando comecei a ler este livro não tinha expectativas por aí além. Até porque não foi um livro que eu tivesse decidido ler. Porém, assim que iniciei a leitura percebi que estava perante algo extremamente belo. Acabei por o ler num instante e estou super agradada com o facto de esta leitura se ter proporcionado. 

 

 

Mais sobre a Sofia

Estudante de Letras. Romântica Incurável. Apaixonada por livros, chá, contos de fadas, viagens, tragédias, chuva e chocolate.

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