Queria ler este livro desde que ouvi dizer que iam fazer uma série sobre ele, já lá vai algum tempo. Entretanto, com todo o sucesso da série, a minha curiosidade para ler o livro e ficar a conhecer a história só aumentou. A essa curiosidade junta-se o facto de eu ser uma grande fã de distopias. Não podia deixar passar mais tempo pois não?
Sou uma grande fã de Virginia Woolf enquanto personalidade literária. Acho-a uma das mais interessantes. Quando era mais nova li Mrs Dalloway e lembro-me de ter ficado muito bem impressionada. O ano que passou li O Quarto de Jacob por motivos académicos e também não desgostei. Em relação a este Rumo ao Farol devo dizer que sempre foi o livro de Woolf que mais me aguçou a curiosidade, então a semana que passou enchi-me de coragem e peguei nele.
“O amor é uma forma de preconceito. Amas o que precisas, amas o que te faz sentir bem, amas o que é conveniente. Como podes dizer que amas uma pessoa quando há dez mil pessoas no mundo que amarias mais se alguma vez as conhecesses? Mas nunca as vais conhecer.”
Há algum tempo que me tinha deparado com este livro no goodreads. Soube logo que tinha de o ler. Primeiro, pelo facto de há seculos querer ler algo deste autor, em segundo por causa do título poético. Qual é a poesia ideal para acompanhar água ardente? Digo-vos uma coisa, é esta poesia de Bukowski. Este é o livro ideal para acompanhar um copo de água ardente. Na verdade, este é o livro ideal para acompanhar qualquer coisa. Simplesmente é um livro ideal.
“Acho que direi que tudo começou com uma carta de amor”
O fim esperado da trilogia A Todos os Rapazes que Amei chegou e é qualquer coisa de adorável. Esta trilogia é uma das minhas favoritas de sempre e eu passo a explicar porquê. Lembro-me exatamente como tudo começou. Deparei-me com esta série em 2014 quando me vi perante o primeiro livro na livraria do El Corte Inglés. Li a contracapa e apaixonei-me. Porquê? Porque a protagonista, a Lara Jean, faz exatamente o mesmo que eu: escreve cartas de amor aos rapazes por quem se apaixona, mas não as entrega. Quando comecei este blog já tinha lido os primeiros dois livros: A Todos os Rapazes que Amei e P.S: Ainda te Amo, porém isso não me demove de vos vir contar a minha opinião do final da história da Lara Jean: Agora e Para Sempre.
“A vida de uma pessoa consiste numa coleção de eventos, o último dos quais pode mudar o significado do todo, não porque valha mais do que os anteriores, mas porque a partir do momento em que eles são incluídos numa vida, os eventos são organizados numa ordem que não é cronológica mas que, ao invés, corresponde a uma arquitetura interna.”
Eu não queria muito ler este livro. Li-o porque era um desses livros que estava lá por casa. Estou convencida que pertencia à minha mãe. Nem sequer sabia que o autor tinha escrito este livro, dele apenas conheço Cidades Invisíveis. De qualquer maneira, não tinha mais nada para ler no momento em que acabei Tudo, Tudo… e Nós, então agarrei-me a este livro. Ainda não sei bem o que pensar dele.
Estudante de Letras. Romântica Incurável. Perdida algures num sonho. Apaixonada por livros, chá, contos de fadas, tragédias e chuva. Entre Flores & Estrelas.