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A Outra Menina Bennet

A Outra Menina Bennet

27
Ago18

“Chocolate”, Joanne Harris – assim morre o “chocolate”?

Sofia

“Felicidade. Tão simples como um copo de chocolate ou tortuosa como o coração. Amarga. Doce. Viva.”

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Como provavelmente sabem, há um filme adaptado deste livro de Joanne Harris. Foi através dele que conheci a história. Na altura soube que o filme tinha por detrás um livro, mas apesar de ter “gostado” q.b do filme não tive a mínima curiosidade de ler o livro. Porém, no fim-de-semana passado vi-o no supermercado e adivinhem? Exato, estava em promoção! E quem é que resiste a livros em promoção? Claramente não eu. Então acabei por comprá-lo e cá estou eu.

 

 

20
Ago18

“Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada”, Pablo Neruda – A Poesia é a Nossa Primavera

Sofia

“Quero fazer contigo o que a primavera faz com as cerejeiras.”

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Como podem verificar pelo conteúdo das reviews que fiz aqui no blog, o meu estilo preferido é mesmo a prosa. Mas amar poesia está no sangue do ser humano. Adoro poesia. Porém para mim, poesia requer muito mais do que prosa, e como tal não consigo ler qualquer coisa sob a designação de poesia. Até porque como já disse aqui, hoje em dia qualquer pessoa escreve e qualquer coisa é publicada. E enquanto no que se trata de prosa, até já nem me choca ver coisas tão descabidas impressas, quando se trata de poesia, isso parte-me o coração. De maneira que quando me proponho a ler poesia, é para ler poesia séria. Então esta semana quando me apeteceu ler poesia, escolhi Pablo Neruda, já que apesar de já ter lido poemas dele, nunca tinha lido um volume completo. Quanto à escolha do volume, esta prendeu-se com dois fatores: notoriedade e título.

 

 

13
Ago18

“Selvagens”, Don Winslow – Quando se tenta demasiado, sai o tiro pela culatra

Sofia

“Criámos deuses da riqueza e da saúde. Uma religião do narcisismo. E, finalmente, só nos venerámos a nós. E, afinal, não foi o suficiente.”

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À semelhança daquilo que aconteceu com O Mandarim, comecei a ler este livro porque “estava lá por casa”. Eu já tive muitas experiências boas com livros que “estavam lá por casa”, como é o caso de O Mandarim ou Os Capitães da Areia. Este livro era do meu pai e ele comprou-o porque há um tempo saiu um filme adaptado deste livro, que ele acabou por nunca ler. A verdade é que só o facto de ele ter “gostado” tanto do filme (que eu na altura também vi e achei só despropositado e “forçado”) devia ter constituído uma “red flag” e um aviso do tipo “Sofia, não percas o teu tempo”. Mas eu sou teimosa, não é? Já no verão passado tinham tentado ler este livro mas desisti num folhear rápido, este ano, teve de ser.

 

 

06
Ago18

“O Mandarim”, Eça de Queirós – A Paz da Miséria ou o Tumulto da Riqueza?

Sofia

“Só sabe bem o pão que dia a dia ganham as nossas mãos: nunca mates o Mandarim!”

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Comecei a ler este livro super por acaso. “Ganhei-o” num sorteio há para aí uns dois anos na feira do livro de Lisboa. Na altura senti-me com azar, confesso. Depositei-o na biblioteca em casa e nunca mais lhe toquei. Até há uns dias. Estava muito aborrecida no início da semana passada porque já não tinha nenhum livro para ler, e não ia visitar uma boa livraria senão no fim-de-semana. Então, foi nesse espirito que peguei num dos únicos livros das estantes que não tinha lido: O Mandarim. Teve preferência em confronto com outros lá esquecidos devido ao seu autor. Acontece que Eça é provavelmente o meu autor português preferido, e não há muitas obras dele que eu não tenha lido e adorado. Com isto em mente parti, cheia de expectativas, para a leitura deste livro esquecido.

 

 

Mais sobre a Sofia

Estudante de Letras. Romântica Incurável. Apaixonada por livros, chá, contos de fadas, viagens, tragédias, chuva e chocolate.

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