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A Outra Menina Bennet

A Outra Menina Bennet

22
Abr19

“Uma Investigação Filosófica Acerca da Origem das Nossas Ideias do Sublime e do Belo”, Edmund Burke – tudo o que precisamos de saber sobre estética e gosto

Sofia

“É a nossa ignorância em relação às coisas que causa toda a nossa admiração e principalmente que impulsiona as nossas paixões.”

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Acho que toda a gente já ouviu falar deste livro, nem que tenha sido “por alto”, como se costuma dizer. Confesso que até agora ainda não tinha lido devido à popularidade da exposição feita. Penso que as ideias debatidas já estão tão divulgadas (pelo menos na minha área) que uma pessoa vai sempre adiando a leitura. Mas chegou finalmente a altura!

 

 

08
Abr19

“Os Contos da Cantuária", Geoffrey Chaucer – desmitificando uma época mal compreendida

Sofia

“As pessoas podem morrer de mera imaginação"

y648.jpgHá um tempo que queria ler esta obra, mas a verdade é que acabei por o fazer agora por motivos académicos. Porém isso não retirou entusiasmo à minha leitura. Só aumentou um bocadinho o olhar critico e fez, talvez, com que não apreciasse bem a obra como um entretenimento. 

 

 

25
Mar19

“Peter Pan”, J.M. Barrie - é mesmo verdade: nunca se é demasiado adulto para Contos de Fadas!

Sofia

“Segunda estrela à direita e sempre em frente até de manhã."

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Quando eu era uma menina muito pequenina lembro-me, e ainda hoje ouço dizer, que a única história que eu gostava de ouvir e que o único filme que eu via, que não era de Princesas, era Peter Pan. Tenho a certeza que naquela altura não sabia porque gostava tanto desta história, mas inconscientemente tinha uma razão, da qual hoje já tenho uma ideia. Aqui há umas semanas, fiz uma coisa que faço muitas vezes, que é pegar em O Principezinho e começar a ler tudo de novo. Quando acabei, decidi, um tanto do nada, que precisava urgentemente de ler Alice no País das Maravilhas e Peter Pan no original. Vá-se lá entender as meninas! Então, primeiro, Peter Pan

 

28
Jan19

“O Monge”, Matthew Lewis – isto sim é gótico!

Sofia

“O Homem nasceu para a sociedade. Independentemente do quão pouco ele esteja ligado ao mundo, ele nunca o pode esquecer completamente, ou aceitar ser por ele completamente esquecido.”

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É com muito entusiasmo que escrevo este post! Lembram-se de há duas semanas ter escrito aqui na review de O Italiano de Ann Radcliffe que ia ler este The Monk, O Monge na edição pertuguesa? Ann Radcliffe tinha escrito aquele livro como resposta a este e, na review em questão eu referi que se gostasse desta obra viria aqui falar dela, ignorando o facto de que tenho feito imensas reviews de romances góticos. A questão é que eu simplesmente adorei esta obra! Então cá estou eu. 

 

 

14
Jan19

“O Italiano”, Ann Radcliffe – outra vez o gótico, outra vez a senhora Radcliffe

Sofia

“Desejo que todos os que, nesta noite não estão alegres o suficiente para falar antes de pensar, nunca depois estejam taciturnos o suficiente para pensar antes de falar!”

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Mais uma vez trago-vos um romance gótico! Sei que provavelmente já estou a abusar, depois de Frankenstein (Mary Shelley), de Os Mistérios de Udolpho (também de Anna Radcliffe) e de O Castelo de Otranto (Horace Walpole) voltar aqui outra vez com a Senhora Radcliffe e esta sua obra O Italiano. E sei que, embora o gótico ainda continue em voga, estes primeiros romances e grandes clássicos do género já não são tão populares como um dia foram. A verdade é que, por motivos académicos, tenho estado muito imersa neste género. E destas obras acabo por gostar o suficiente para querer que toda a gente as leia e fale sobre elas. Então cá vamos nós outra vez!

 

 

26
Nov18

“O Castelo de Otranto”, Horace Walpole – assim começa o gótico

Sofia

“Não há grandiloquência, símiles, flores, digressões, ou descrições desnecessárias. Tudo tende diretamente para a catástrofe."

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Li este livro porque tive de ler. Questões académicas. O gótico é o meu objeto de trabalho no momento, e embora eu tivesse fugido de ler este livro durante um tempo, acabei por sucumbir à necessidade, dever, e à curiosidade natural de quem estuda. Então consegui arranjar esta edição mega completa da Wordsworth que contém três histórias góticas: The Castle of Otranto, Vathek, e Nightmare Abbey. É uma edição excelente para mim. O Castelo de Otranto é a história principal, e como tal é dela que vos venho falar esta semana. 

 

 

05
Nov18

“Os Mistérios do Castelo de Udolpho”, Ann Radcliffe – o modelo Radcliffe

Sofia

“Uma mente bem informada é a melhor segurança relativamente ao contágio da ignorância e do vicio.”

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Devo dizer que li este livro só porque teve de ser. Fez falta por razões académicas. A primeira vez que ouvi falar do livro foi quando li a maravilhosa obra de Jane Austen – Northanger Abbey. Como sabem (ou deveriam saber), Northanger Abbey é uma paródia ao género do romance gótico. Nessa obra aparecem várias referências a este Os Mistérios do Castelo de Udolpho, que de resto é o principal alvo da paródia, já que é o livro preferido da protagonista. Pessoalmente, o estilo do romance gótico não é o meu preferido, mas eu não desgosto dele, e essa é exatamente a maneira como me sinto em relação a este livro.

 

 

29
Out18

“Os Poemas Completos”, John Keats – Entrei na loja de doces

Sofia

“Tu dizes que amas, mas com um sorriso tão frio como o nascer de sol em setembro.”

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Se acompanham o blog, repararam que há umas semanas partilhei uma review de uma coleção com os poemas de Y.B.Yeats. Na altura em que comprei essa coleção, comprei também a de Keats, Shelly, e Byron. A semana que passou terminei a leitura da coletânea com os poemas de Keats. Keats é um dos meus poetas românticos preferidos, e com tal foi com muito entusiasmo que comecei a ler esta coleção.

 

 

15
Out18

“Sir Gawain e o Cavaleiro Verde”, Autor Desconhecido – Romance de Cavalaria e Amor Cortês nunca sairão de moda

Sofia

“Lutar não o perturbava tanto como o rigoroso inverno.” 

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Embora só agora tenha lido este poema, já sabia a história de cor há bastante tempo. É um poema bastante discutido quando se estuda a época medieval. Como tal, na faculdade há muitas cadeiras e seminários onde este poema é aborado. Confesso que li este livro por obrigação. Bem, mas também porque me apeteceu, para ser honesta. Afinal já sabia a história antes de ter aberto o livro. 

 

 

 

08
Out18

“Macbeth”, William Shakespeare – o medieval no renascimento

Sofia

“De amanhã em amanhã vão-se arrastando nossos dias, numa senda sem sentido, até à última sílaba do tempo registado; e a luz dos nossos ontens vai-nos guiando, quais tolos, para a morte.”

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Shakespeare é um dos meus autores preferidos de sempre. E Macbeth é um das poucas peças do autor que ainda não tinha lido. Sinceramente, nem sei bem porquê. Acho que, como já conhecia a lenda, não tinha assim tanto entusiasmo para ler. Porém, como recentemente surgiu a oportunidade de fazer um trabalho na Faculdade sobre esta obra, comprei-a e li.

 

 

Mais sobre a Sofia

Estudante de Letras. Romântica Incurável. Perdida algures num sonho. Apaixonada por livros, chá, contos de fadas, tragédias e chuva. Entre Flores & Estrelas.

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