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A Outra Menina Bennet

A Outra Menina Bennet

06
Jul20

Este Lado do Paraíso - F. Scott Fitzgerald

Sofia

Não é a vida que é complicada, é o esforço para a conduzir e para a controlar.

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Se leram o post de há umas semanas sobre Terna é a Noite, recordam-se de vos ter então escrito que tinha iniciado a minha missão de ler as obras que me faltavam ler de Scott Fitzgerald. Esta semana aproximo-me do objetivo escrevendo-vos sobre a primeira obra de Fitzgerald. 

 

 

29
Jun20

“A Primeira Investigação de Poirot”, Agatha Christie

Sofia

Deste demasiado espaço à tua imaginação. A imaginação é um bom ajudante e um mau mestre. A explicação mais simples é sempre a mais provável.

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Acho que nunca tinha escrito aqui sobre uma obra deste género. Realmente, não costumo ler muitas histórias assim. De Agatha Christie só me lembro de ter lido Um Crime no Expresso do Oriente quando era mais nova. Em relação a esse, lembro-me de ter gostado muito e de ter ficado bastante impressionada com a história e, sobretudo, com o seu final, como creio que, de resto, acontece a quase toda a gente. Recentemente surgiu a oportunidade de ler esta primeira obra da autora e, confesso que já estava tão preparada para algo rebuscado ao nível Expresso do Oriente que acho que já comecei a ler esta obra demasiado expectante e alerta.

25
Mai20

“Escola de Mulheres”, Molière

Sofia

É preciso reconhecer que o amor é um grande professor. O que não sabemos, ele ensina-nos.

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Confesso que o principal fator que me impeliu a ler este livro foi o título, L´École des femmes, e, se não o tivesse por acaso visto à venda, provavelmente não me lembraria espontaneamente de o ler. Gosto muito de Molière, mas realmente não conhecia esta obra. Todavia, assim que a vi percebi que seria o tipo de obra da qual gostaria.

 

 

18
Mai20

“Retrato de uma Senhora”, Henry James

Sofia

Pensas que podes ter uma vida romântica, que podes viver agradando a ti e aos outros. Vais perceber que estás enganada. Qualquer que seja a vida que levas, para seres bem-sucedida, deves colocar a tua alma nela; a partir do momento em que o fazes, garanto-te que o romance acaba: tudo se torna realidade! E não consegues sempre agradar-te; por vezes tens de agradar aos outros. Isso, admito, estás disposta a fazer, mas há algo ainda mais importante – muitas vezes tens de desagradar os outros. Tens de estar sempre pronta para isso, nunca deves fugir. Isso não te convém de todo — gostas demasiado de admiração, gostas que pensem bem de ti. Pensas que podemos escapar aos nossos deveres menos agradáveis através de visões romanescas — essa é a tua maior ilusão. Não podemos. Tens de estar preparada para, muitas vezes, não agradares a ninguém — nem a ti própria.

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The Portrait of a Lady é uma leitura que tinha estado adiada há tanto tempo que lhe perdi a conta. Este ano foi um dos primeiros livros que comprei e, mesmo assim, só na semana passada me determinei a finalmente ler! Assim que acabei pensei senti uma mistura de “ainda bem que adiei tanto tempo” e de “como é que não tinha lido antes”.           

 

11
Mai20

“Uma Mulher Sem Importância”, Oscar Wilde

Sofia

Todas as mulheres são rebeldes, geralmente estão numa ampla revolta contra si mesmas.

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Esta semana venho falar-vos de uma outra leitura de oportunidade nestes tempos que passam tão devagar. Lembro-me que há semanas vos falei de De Profundis, então tenho consciência que estou a repetir um autor, mas não resisti quando encontrei esta obra! Como vos contei naquela altura, gosto muito de Wilde.

 

27
Abr20

“Mathilda”, Mary Shelley

Sofia

“Não sabemos o que significa este mundo amplo; a sua estranha mistura de bem e de mal. Mas fomos colocados aqui e foi-nos oferecida vida e esperança. Não sei no que devemos ter esperança; mas existe algo de bom além de nós que devemos procurar; e essa é a nossa tarefa na terra. Se o infortúnio vier ter connosco, temos de o combater. Temos de o colocar de lado e continuar a descobrir ao que devemos, por natureza, almejar.”

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Esta semana venho falar-vos de uma leitura que foi, de facto, meramente de oportunidade. Conhecia a obra apenas de nome e, apesar de ter pensado em ler, foi apenas na semana que passou que, quando por acaso e enquanto procurava por outra obra me deparei com Mathilda e que pensei que, mais valia aproveitar esta época em que temos tanto tempo e tanta margem para o gerir como nos melhor aprouve para a ler.

 

 

20
Abr20

“O Quebra-Nozes”, E.T.A. Hoffmann

Sofia

Todos a condenavam por ser uma sonhadora.

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Toda a gente conhece a história. É exatamente o tipo de história que nos habituamos a ouvir e a ver adaptada nas mais diversas formas ao longo do tempo e que, também por hábito e afeição, vamos reproduzindo e propagando também nós. Raramente pensamos acerca da sua origem ou sobre como seriam antes de serem tão transformadas pelas sucessivas adaptações. Confesso que foi por causa do ballet que me lembrei de ler a história original de O Quebra-Nozes.  

 

13
Abr20

“Dubliners”, James Joyce

Sofia

“Um por um, estavam todos a tornar-se sombras. É preferível partir para aquele outro mundo de forma arriscada, na completa glória de alguma paixão, do que desvanecer e murchar tristemente com a idade”

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Pessoalmente e enquanto leitora, gosto muito de James Joyce e da sua obra. Ulysses é um dos meus livros preferidos de sempre e devem existir poucas entidades literárias de que goste tanto ou que me fascinem tanto quanto este autor. Então, quando pensei nos livros que queria ler este ano coloquei na "lista" dois livros de Joyce, tendo este sido o primeiro que consegui comprar e ler. 

 

06
Abr20

“Antony e Cleopatra”, William Shakespeare

Sofia

Dai-me o meu manto, colocai-me a minha coroa; tenho anseios imortais em mim.

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Se costumam seguir o blog já notaram que obras deste autor vão surgindo com mais frequência do que qualquer outras. É um dos meus preferidos e, como tem uma obra tão extensa, parece que não se acaba nunca, o que é ótimo. O ano que passou dei privilégio às comédias e lembro-me de que vos falei no mínimo de As You Like It e de Much Ado About Nothing, e apenas de uma tragédia, Julius Caesar. Este ano decidi começar por uma tragédia que já há muito queria ler – Antony and Cleopatra

 

30
Mar20

“A Peste”, Albert Camus

Sofia

De facto, ouvindo os gritos de alegria que cresciam na cidade, Rieux recordou-se de que essa alegria estava ameaçada para sempre. Porque ele sabia o que essa multidão em alegria ignorava e que pode ser lido nos livros, que o bacilo da praga nunca morre nem desaparece, que pode permanecer adormecido por décadas em móveis e têxteis, que ele aguarda pacientemente em quartos, caves, malas, lenços e papeladas e que, talvez chegue o dia em que, para infortúnio e educação dos homens, a praga desperte os seus ratos e os envie para morrer numa cidade feliz.

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Não vou fingir que vos venho falar deste livro em particular por alguma razão que não a situação atual que todos vivemos. A Peste estava na minha lista há algum tempo, sobretudo porque gosto muito de Camus. Lembro-me que quando li O Mito de Sísifo — que foi o último livro do autor que li — era para ter lido antes este. Depois foi passando e, não fosse o que se está a passar agora, não me parece que me tivesse lembrado tão cedo. Mas ainda bem que me lembrei.

 

 

Mais sobre a Sofia

Estudante de Letras. Romântica Incurável. Perdida algures num sonho. Apaixonada por livros, chá, contos de fadas, tragédias e chuva. Entre Flores & Estrelas.

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