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A Outra Menina Bennet

A Outra Menina Bennet

14
Set20

“Finnegans Wake” – James Joyce

Sofia

Conheceste-me uma vez, não me conhecerás duas.

Amazon.com: Finnegans Wake (Wordsworth Classics) (8601200711196): James  Joyce: Books

Já escrevi aqui sobre Ulisses e, nos primeiros meses do ano, sobre Dubliners, ambas obras de James Joyce. Ulisses continua a ser para mim um dos livros mais queridos. Esta semana escrevo-vos sobre Finnegans Wake porque era um dos dois livros que me faltava ler de Joyce. Creio que em breve escreverei sobre o outro – The Portrait of the Artist as a Young Man.

 

 

07
Set20

“Boas Esposas”, Louisa May Alcott

Sofia

Estes nossos corações são coisas curiosas e contraditórias e, o tempo e a natureza levam a sua avante independentemente de nós.

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Creio que grande parte de vós ouviram, nos últimos tempos, falar desta autora e da sua obra Mulherzinhas, nem que seja em virtude da adaptação cinematográfica mais recente e muito popular. Boas Esposas é uma sequela dessa obra. Na verdade, na altura em que foram publicadas, as duas eram uma só, apenas divididas em primeiro e segundo volumes. No entanto, provavelmente por influência britânica - já que em Inglaterra as obras foram publicadas separadas - circulam com frequência isoladamente e não em conjunto ou em volumes. Eu li Mulherzinhas quando era muito mais nova mas nunca li, ou soube na altura da existência de Boas Esposas. Quando vim a saber já não tinha grande entusiasmo. Apenas recentemente, em consequência da projeção mediática da adaptação cinematográfica, me recordei de Mulherzinhas e da existência de Boas Esposas. Antes que me passasse novamente o entusiasmo, decidi que era desta que lia esta sequela!

 

 

31
Ago20

“Anna Christie”, Eugene O’Neill”

Sofia

Somos todos pobres criaturas e as coisas acontecem, acabamos por errar, apenas isso.

Anna Christie eBook by Eugene O'Neill | Rakuten Kobo

A semana passada falei-vos de uma peça e esta semana escrevo-vos sobre outra peça. Desta vez (ainda) não é Shakespeare outra vez, mas sim o autor americano Eugene O’Neill e a sua peça Anna Christie (1921).

 

 

24
Ago20

“Otelo”, William Shakespeare

Sofia

A reputação é uma imposição vã e falsa; frequentemente conseguida sem mérito e perdida sem justificação.

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Sei que escrevo com alguma frequência sobre obras de Shakespeare aqui e que, provavelmente, deve ser o autor que mais repito. Mas nunca me canso de ler! E a totalidade da obra é tão incrivel que parece que nunca mais acabam. Lembro-me de que no ano passado falei aqui mais de comédias do que de tragédias, mas este ano parece que já vou na segunda tragédia e em nenhuma comédia. E tenho a certeza de que a próxima obra de Shakespeare sobre a qual escrevei a seguir será também uma tragédia, como Otelo.

 

17
Ago20

“Cartas de Aniversário”, Ted Hughes

Sofia

Nobody wanted your dance,/ Nobody wanted your strange/ glitter, your floundering/Drowning life and your effort/ to save yourself,/Treading water, dancing the/ dark turmoil,/Looking for something to give.

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Nunca tinha lido nada de Ted Hughes mas, como muitas pessoas, gosto muito da obra daquela que foi sua esposa, Sylvia Plath. Aliás, há uns tempo lembro-me de ter falado aqui da sua obra Ariel. Foi através de Sylvia Plath que cheguei até Ted Hughes e decidi ler esta sua coleção de poemas.

 

10
Ago20

“O Conde de Monte Cristo”, Alexandre Dumas

Sofia

Não há felicidade ou miséria no mundo; existe apenas a comparação de um estado com outro, nada mais. Aquele que sentiu a mais profunda dor é melhor capaz de experienciar suprema felicidade. Devemos ter sentido o que é morrer (…) para que possamos apreciar as alegrias de viver. (…) até ao dia em que Deus se digne a revelar o futuro ao homem, toda a sabedoria humana se resume nestas duas palavras, - espera e esperança.

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O Conde de Monte Cristo devia ser o livro que estava na minha lista de leitura há mais tempo! Gostava de o ter lido mais cedo e, realmente, confesso que não o fiz devido, em grande parte à sua extensão que me fez sempre ir dando precedência a outras obras, de modo que fui protelando indefinidamente esta leitura. O interessante é que, não obstante a extensão da obra, acabei por a ler num instantinho.

 

03
Ago20

“As Dez Figuras Negras”, Agatha Christie

Sofia

Aconteceu exatamente do modo como acontecia em livros.

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Algumas semanas passaram desde que vos escrevi sobre The Mysterious Affair at Styles de Agatha Christie. Nesse post, algumas pessoas comentaram e sugeriram a leitura de And Then There Were None, em Portugal, As Dez Figuras Negras, da mesma autora. Os comentários nesse post foram mais do que suficiente para aguçar a minha curiosidade em relação a este livro e, após uma breve pesquisa sobre a história, adquiri-o e na semana passada li-o num ápice.

 

 

27
Jul20

“Spring Storm”, Tennessee Williams

Sofia

Quero aquilo de que tenho medo e tenho medo do que quero e, por isso, é como se tivesse uma tempestade dentro de mim que não consegue rebentar.

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Há duas semanas falei-vos de uma peça de teatro (ou melhor, duas!) de Mary Shelley. Agora, depois de Steinbeck e do longo Vinhas da Ira, voltei a uma peça de teatro, desta feita de um autor do qual ainda não tinha lido nenhuma obra. Na verdade, a única razão pela qual escolhi esta leitura foi exatamente essa, nunca tinha lido nada de Tennessee Williams e já me parecia uma falha! Confesso que escolhi Spring Storm pelo título, às vezes sou uma dessas pessoas.

 

 

20
Jul20

“As Vinhas da Ira”, John Steinbeck

Sofia

E o pequeno facto gritante que ressoa ao longo da história: a repressão serve apenas para fortalecer e unir os reprimidos.

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A primeira obra de John Steinbeck que li foi O Inverno do Nosso Descontentamento. Era mais nova e não percebi grande coisa, apenas mais tarde quando me fui lembrando dela a começei a entender melhor. Foi por essa altura que pensei que tinha de ler As Vinhas da Ira, até por ser considerada a “grande” obra de Steinbeck.

 

 

13
Jul20

“Perséfone & Midas”, Mary Shelley

Sofia

Faremos com que o Paraíso ressoe com os nossos hinos de agradecimento.

Proserpine and Midas by Mary Wollstonecraft Shelley

Esta semana venho falar-vos de um livro da autoria de Mary Shelley que contém duas adaptações de dois mitos da antiguidade clássica. Porque é que me lembrei esta semana de ler esta obra? Não faço ideia, simplesmente lembrei-me, não tive uma razão específica além de gostar muito da autora. Há pouco tempo, aliás, escrevi-vos sobre outra obra dela da qual gostei bastante, Mathilda.

 

 

Mais sobre a Sofia

Estudante de Letras. Romântica Incurável. Perdida algures num sonho. Apaixonada por livros, chá, contos de fadas, tragédias e chuva. Entre Flores & Estrelas.

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