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A Outra Menina Bennet

A Outra Menina Bennet

25
Fev19

“Ariel”, Sylvia Plath – mais POESIA assim, por favor!

Sofia

“Herr God, Herr Lucifer  
Beware
Beware.

Out of the ash
I rise with my red hair  
And I eat men like air.”

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Sylvia Plath é uma das minhas poetisas preferidas. Há uns tempos fiz a review de uma coleção da chamada “poesia moderna”, que se leram, sabem como me desagradou. A seguir a essa terrível experiência decidi que precisa de ler “poesia a sério”. Nem que fosse para me convencer de que não estava errada em achar a “nova poesia” detestável. Lembrei-me logo de Sylvia Plath porque também ela foi uma senhora e, antes de todas estas novas “poetisas”, ela já tinha escrito "a sério" sobre os mesmos temas. Escolhi a coleção Ariel por ter sido publicada postumamente.

 

21
Jan19

“the princess saves herself in this one”, Amanda Lovelace – vamos ter uma conversa séria

Sofia

“A princesa saltou da torre e aprendeu que podia voar” 

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Admito já que a única coisa que me levou a ler este livro foi o título. E a recomendação do Goodreads que por alguma razão achou que isto se enquadrava nos meus hábitos de leitura. Uma evidente prova de que as máquinas não são assim tão fidedignas e nunca substituirão o cérebro humano. Mas enfim, não vou por aí. A única razão pela qual decidi falar deste livro aqui é por achar que está mais do que na altura de termos de ter uma conversa séria sobre aquilo a que hoje em dia chamamos poesia. Conversa que devia ser a nível global. 

07
Jan19

“O Sol Nasce Sempre (Fiesta)”, Ernest Hemingway – pólvora para uma geração perdida

Sofia

“Nunca te assalta a impressão de que a tua vida foge e de que tu não a estás a gozar? Não pensas que viveste já quase metade do tempo que tens para viver?”

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A primeira review de 2019! Primeiro tenho de confessar que acabei de ler este livro em 2018. Foi o último livro que li na totalidade em 2018. E que bela maneira de acabar o ano. Hemingway é um dos meus escritores americanos preferidos e uma das personalidades mais queridas de sempre para mim. Na primeira metade de 2018 tinha lido O Adeus às Armas (e fiz a review aqui no blog) e ainda não me esqueci desse livro. Então, em dezembro, assim do nada lembrei-me dessa obra e depois lembrei-me das outras obras que tinha lido do autor e decidi que tinha de ler mais alguma coisa dele. Às vezes é assim que eu decido o que quero ler! Então mas e porquê O Sol nasce sempre (Fiesta)? Bem, é que este livro é tido como ilustrativo de toda uma geração e é hoje tido como um livro de culto. Como é ligeiramente autobiográfico (como aliás muitos dos livros de Hemingway), tive curiosidade. E já era mais do que altura de o ler. Na verdade, receio já ter chegado atrasada a esta leitura. Mas, mais vale tarde do que nunca.

 

 

13
Nov18

“Objetos Cortantes”, Gillian Flynn – o problema das Crianças Troféu

Sofia

“Às vezes, se deixas que as pessoas te façam coisas a ti, na verdade estás a fazê-las a elas.”

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Em Parte Incerta, ou Gone Girl, como é conhecido em todo o mundo, foi um dos melhores livros que li, escritos neste século. Adorei-o profundamente. E a ter em conta o impacto que causou, e o facto de se ter tornado num livro de culto, e numa bem-sucedida adaptação ao grande ecrã, todo o mundo o adorou. Desta forma, é apenas natural que, assim que tive tempo livre, e precisei efetivamente de ler algo contemporâneo, Gillian Flynn foi a minha escolha. Escolhi o seu primeiro livro pelo único facto de agora estar em todo o lado desde que a HBO decidiu adaptar a história ao pequeno ecrã. Boa decisão.

 

 

22
Out18

“E Tudo o Vento Levou”, Margaret Mitchell – Pensarei nisto amanhã e para o resto da minha vida

Sofia

“Não posso pensar nisso agora. Se o fizer, enlouqueço. Pensarei nisso amanhã. Então, vou conseguir suportá-lo. Afinal, amanhã é um novo dia." 

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E Tudo o Vento Levou é um clássico. Clássico do cinema, mas sobretudo clássico da literatura. Se vos disser quantas vezes, nos meus 22 anos me preparei para o ler ou para o ver e não o fiz, não acreditariam. O filme tem mais de 4 horas, o livro mais de 1000 páginas. Estão a perceber? Este verão, numa tarde em casa disse a mim mesma, de hoje não passa. Vi o filme. Vai parecer-vos exagerado, mas foram das 4 horas mais gloriosas e bem passadas da minha vida. Quando acabei o filme, abri a internet e mandei vir o livro. No sábado passado acabei de o ler, ao fim de 2 semanas. Das melhores da minha vida. Nunca me perdoarei por não ter lido este livro mais cedo. 

 

 

10
Set18

“Requiem por um Sonho”, Hubert Selby Jr. – Quando estamos dependentes de sonhos, estamos dependentes de tudo o que nos faça sonhar / A mais perfeita obra sobre o triunfo da dependência

Sofia

“Tu és o meu sonho.”

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No princípio das minhas férias de verão vi um filme que me marcou profundamente e que rapidamente se tornou no meu segundo filme preferido de todo o sempre. Vi-o completamente por acaso. Estava a ver uma lista com filmes “must watch”, e lá estava este glorioso filme na lista. A minha escolha foi ajudada pelo facto de o filme  ter sido realizado pelo meu realizador preferido. Falo do filme Requiem for a Dream, de 2000, realizado por Darren Aronofsky, que em Portugal recebeu o título de A Vida não é Perfeita. Quando acabei de ver o filme e descobri que era adaptado de um livro, não perdi tempo. Encomendei o livro imediatamente. Chegou às minhas mãos na segunda-feira e não o larguei um segundo desde então.

 

 

03
Set18

“Mil Vezes Adeus”, John Green – Fui para o Prado

Sofia

“Qualquer pessoa pode olhar para ti. É bastante raro encontrar alguém que veja o mesmo mundo que tu.”

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Se costumam ler o blog sabem que já li todos os livros de John Green. Adoro-o. Na minha opinião, ele é sem dúvida o melhor escritor de Young Adult Novel – Romance Jovem Adulto – da atualidade, e um dos melhores de sempre. Os livros dele estão entre os meus preferidos do género. Como ele já não lançava livros há uns anos, foi com grande ansiedade e entusiasmo que o ano passado soube do lançamento deste seu novo livro. Como todos os livros que tenho dele são traduções, esperei que fosse traduzido, e depois esperei ainda mais porque outros livros se “meteram no caminho”. Mas a espera acabou e li finalmente Mil Vezes Adeus!

 

 

13
Ago18

“Selvagens”, Don Winslow – Quando se tenta demasiado, sai o tiro pela culatra

Sofia

“Criámos deuses da riqueza e da saúde. Uma religião do narcisismo. E, finalmente, só nos venerámos a nós. E, afinal, não foi o suficiente.”

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À semelhança daquilo que aconteceu com O Mandarim, comecei a ler este livro porque “estava lá por casa”. Eu já tive muitas experiências boas com livros que “estavam lá por casa”, como é o caso de O Mandarim ou Os Capitães da Areia. Este livro era do meu pai e ele comprou-o porque há um tempo saiu um filme adaptado deste livro, que ele acabou por nunca ler. A verdade é que só o facto de ele ter “gostado” tanto do filme (que eu na altura também vi e achei só despropositado e “forçado”) devia ter constituído uma “red flag” e um aviso do tipo “Sofia, não percas o teu tempo”. Mas eu sou teimosa, não é? Já no verão passado tinham tentado ler este livro mas desisti num folhear rápido, este ano, teve de ser.

 

 

Mais sobre a Sofia

Estudante de Letras. Romântica Incurável. Apaixonada por livros, chá, contos de fadas, viagens, tragédias, chuva e chocolate.

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