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A Outra Menina Bennet

A Outra Menina Bennet

01
Jul19

“Dom Quixote de La Mancha”, Miguel de Cervantes – as nossas grandes loucuras, as nossas pequenas vidas e os nossos terríveis moinhos de vento

Sofia

“Quando a própria vida parece lunática, quem pode saber onde está a loucura? Talvez ser demasiado prático seja loucura. Desistir de sonhos – talvez isto seja loucura. Demasiada sanidade talvez seja loucura – e a maior loucura de todas: ver a vida como ela é, e não como ela devia ser!”

Unknown.jpegComeço por vos dizer que esta é uma das reviews que estou mais feliz por fazer. Por duas razões. Primeiro, porque há muito tempo que queria ler este livro. Segundo, porque ele é mesmo muito grande e para mim, que estou habituada a ler “à velocidade da luz” (e da noite), foi especialmente estranho demorar praticamente duas semanas a acabar um livro. Admito, com alguma vergonha, que foi por isso que não li este livro mais cedo. Agora, sinto que me saiu um peso de cima (porque todo o bom leitor tem de ler Dom Quixote), e que saí desta experiência muito mais enriquecida, porque o livro realmente justifica o seu estatuto no cânone literário. 

 

 

03
Dez18

“Memória das Minhas P*tas Tristes”, Gabriel García Márquez – o antídoto para a mortalidade

Sofia

“Sempre pensei que morrer de amor era apenas uma licença poética”

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O primeiro livro que li de Gabriel García Márquez foi Cem Anos de Solidão. A esse seguiu-se O Amor em Tempos de Cólera. Há uns tempos lembrei-me do nada de que devia voltar a ler algo deste autor. Por nenhuma razão em particular. Simplesmente veio-me o pensamento à cabeça. Gosto de pensar que quando isto me acontece, é um sinal. Fui pesquisar qual o livro do autor com uma história que mais me apelasse e escolhi este.

 

20
Ago18

“Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada”, Pablo Neruda – A Poesia é a Nossa Primavera

Sofia

“Quero fazer contigo o que a primavera faz com as cerejeiras.”

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Como podem verificar pelo conteúdo das reviews que fiz aqui no blog, o meu estilo preferido é mesmo a prosa. Mas amar poesia está no sangue do ser humano. Adoro poesia. Porém para mim, poesia requer muito mais do que prosa, e como tal não consigo ler qualquer coisa sob a designação de poesia. Até porque como já disse aqui, hoje em dia qualquer pessoa escreve e qualquer coisa é publicada. E enquanto no que se trata de prosa, até já nem me choca ver coisas tão descabidas impressas, quando se trata de poesia, isso parte-me o coração. De maneira que quando me proponho a ler poesia, é para ler poesia séria. Então esta semana quando me apeteceu ler poesia, escolhi Pablo Neruda, já que apesar de já ter lido poemas dele, nunca tinha lido um volume completo. Quanto à escolha do volume, esta prendeu-se com dois fatores: notoriedade e título.

 

 

Mais sobre a Sofia

Estudante de Letras. Romântica Incurável. Apaixonada por livros, chá, contos de fadas, viagens, tragédias, chuva e chocolate.

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