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A Outra Menina Bennet

A Outra Menina Bennet

03
Ago20

“As Dez Figuras Negras”, Agatha Christie

Sofia

Aconteceu exatamente do modo como acontecia em livros.

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Algumas semanas passaram desde que vos escrevi sobre The Mysterious Affair at Styles de Agatha Christie. Nesse post, algumas pessoas comentaram e sugeriram a leitura de And Then There Were None, em Portugal, As Dez Figuras Negras, da mesma autora. Os comentários nesse post foram mais do que suficiente para aguçar a minha curiosidade em relação a este livro e, após uma breve pesquisa sobre a história, adquiri-o e na semana passada li-o num ápice.

 

 

27
Jul20

“Spring Storm”, Tennessee Williams

Sofia

Quero aquilo de que tenho medo e tenho medo do que quero e, por isso, é como se tivesse uma tempestade dentro de mim que não consegue rebentar.

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Há duas semanas falei-vos de uma peça de teatro (ou melhor, duas!) de Mary Shelley. Agora, depois de Steinbeck e do longo Vinhas da Ira, voltei a uma peça de teatro, desta feita de um autor do qual ainda não tinha lido nenhuma obra. Na verdade, a única razão pela qual escolhi esta leitura foi exatamente essa, nunca tinha lido nada de Tennessee Williams e já me parecia uma falha! Confesso que escolhi Spring Storm pelo título, às vezes sou uma dessas pessoas.

 

 

13
Jul20

“Perséfone & Midas”, Mary Shelley

Sofia

Faremos com que o Paraíso ressoe com os nossos hinos de agradecimento.

Proserpine and Midas by Mary Wollstonecraft Shelley

Esta semana venho falar-vos de um livro da autoria de Mary Shelley que contém duas adaptações de dois mitos da antiguidade clássica. Porque é que me lembrei esta semana de ler esta obra? Não faço ideia, simplesmente lembrei-me, não tive uma razão específica além de gostar muito da autora. Há pouco tempo, aliás, escrevi-vos sobre outra obra dela da qual gostei bastante, Mathilda.

 

 

06
Jul20

Este Lado do Paraíso - F. Scott Fitzgerald

Sofia

Não é a vida que é complicada, é o esforço para a conduzir e para a controlar.

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Se leram o post de há umas semanas sobre Terna é a Noite, recordam-se de vos ter então escrito que tinha iniciado a minha missão de ler as obras que me faltavam ler de Scott Fitzgerald. Esta semana aproximo-me do objetivo escrevendo-vos sobre a primeira obra de Fitzgerald. 

 

 

29
Jun20

“A Primeira Investigação de Poirot”, Agatha Christie

Sofia

Deste demasiado espaço à tua imaginação. A imaginação é um bom ajudante e um mau mestre. A explicação mais simples é sempre a mais provável.

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Acho que nunca tinha escrito aqui sobre uma obra deste género. Realmente, não costumo ler muitas histórias assim. De Agatha Christie só me lembro de ter lido Um Crime no Expresso do Oriente quando era mais nova. Em relação a esse, lembro-me de ter gostado muito e de ter ficado bastante impressionada com a história e, sobretudo, com o seu final, como creio que, de resto, acontece a quase toda a gente. Recentemente surgiu a oportunidade de ler esta primeira obra da autora e, confesso que já estava tão preparada para algo rebuscado ao nível Expresso do Oriente que acho que já comecei a ler esta obra demasiado expectante e alerta.

22
Jun20

“O Amante de Lady Chatterley”, D.H. Lawrence

Sofia

A nossa é essencialmente uma época trágica pelo que nos recusamos a levá-la tragicamente. O cataclismo ocorreu, estamos entre ruínas, começamos a construir pequenos novos habitats, a ter pequenas novas esperanças. É um trabalho árduo: não há uma estrada direta para o futuro: mas damos voltas ou apressamo-nos entre os obstáculos. Temos de viver, independentemente de quantos céus caíram.

Lady Chatterley's Lover (Signet Classics): Lawrence, D. H., Dyer ...

Já gostava de ter lido esta obra há mais tempo, mas apenas este ano coloquei mesmo na minha “lista”. Compreendo que é uma obra bastante popular e talvez existam mais pessoas que já a leram do que pessoas que a querem realmente ler. A popularidade precede-a. 

 

 

15
Jun20

“Terna é a Noite”, F. Scott Fitzgerald

Sofia

Na verdade, esse é o meu segredo — nem sequer consigo falar sobre ti com outras pessoas porque não quero que mais ninguém saiba o quão maravilhoso és.

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Apesar de The Great Gatsby ser um dos meus livros preferidos confesso que, tirando alguns contos e um poema aqui ou ali, nunca tinha mais nenhuma obra de Fitzgerald. Este ano, por alguma razão, lembrei-me desta falha e comprei os 3 romances deste autor que me restavam ler. Comecei por Terna é a Noite.

 

08
Jun20

“O Primo Basílio”, Eça de Queiroz”

Sofia

Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades, e o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas, como um corpo ressequido que se estira num banho tépido; sentia um acréscimo de estima por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo condizia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações!

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Penso que ainda não tinha tido oportunidade de vos falar sobre nada de Eça de Queiroz. É provavelmente o meu autor português preferido e se não vos falei sobre nada dele mais cedo foi porque a maioria das suas obras li quando era mais nova. Calhou muito recentemente falar sobre este autor e perceber que ainda não tinha lido esta obra. Na altura em que li as obras de Eça, apesar de não ter sido assim há tanto tempo, não era tão frequente existirem tantas e tão diferentes edições.

 

 

01
Jun20

“Na Minha Morte”, William Faulkner

Sofia

Conseguia lembrar-me de como o meu pai me costumava dizer que a razão para viver era preparamo-nos para permanecermos mortos durante muito tempo.

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Há um tempo atrás tinha pensado em ler O Som e a Fúria. Não comprei logo porque achei que, como é tão popular, encontraria em qualquer lado. Confesso que, entretanto, me esqueci completamente e, apenas no outro dia, por acaso, me deparei na livraria com este outro livro de Faulkner e me lembrei de que já queria ter lido algo deste autor. A verdade é que me coloquei ali a ler excertos de As I Lay Dying e lembrei-me de já ter ouvido falar muito e bem deste livro e, como aquilo que estava a ler me parecia tão diferente e a premissa da obra tão interessante, decidi “bem, vou começar por ler este”.

 

25
Mai20

“Escola de Mulheres”, Molière

Sofia

É preciso reconhecer que o amor é um grande professor. O que não sabemos, ele ensina-nos.

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Confesso que o principal fator que me impeliu a ler este livro foi o título, L´École des femmes, e, se não o tivesse por acaso visto à venda, provavelmente não me lembraria espontaneamente de o ler. Gosto muito de Molière, mas realmente não conhecia esta obra. Todavia, assim que a vi percebi que seria o tipo de obra da qual gostaria.

 

 

Mais sobre a Sofia

Estudante de Letras. Romântica Incurável. Perdida algures num sonho. Apaixonada por livros, chá, contos de fadas, tragédias e chuva. Entre Flores & Estrelas.

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