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A Outra Menina Bennet

A Outra Menina Bennet

19
Out20

"Tess dos D’Ubervilles", Thomas Hardy

Sofia

Porque é que não me disseste que existia perigo? Porque é que não me avisaste? As senhoras sabem contra o que se devem guardar, porque leem romances que lhes falam destes truques; mas eu nunca tive a oportunidade de o descobrir desse modo; e tu não me ajudaste!

Tess of the D'Urbervilles (Penguin Classics): Hardy, Thomas, Dolin, Tim,  Dolin, Tim, Higonnet, Margaret Randolph: 9780141439594: Amazon.com: Books

 

Tess dos D’Ubervilles é primeiro livro que li de Thomas Hardy. E, em boa verdade, foi mesmo por querer ler algo deste autor que decidi ler este livro. Além disso, a minha escolha deveu-se à clara popularidade da obra. Tenho lido muito sobre ela e a curiosidade fala sempre muito alto (pelo menos no meu caso).

 

 

12
Out20

As Mil e Uma Noites

Sofia

Que espantoso este pássaro, ontem voava ao mesmo passo com que eu corria, e hoje que estou cansado, voa ao passo lento com que caminho. Que coisa espantosa!

As Mil e Uma Noites - Livro - WOOK

As Mil e Uma Noites é uma daquelas obras que sempre quis ler, mas que nunca lia. Essencialmente desculpava-me com três razões: era muito grande, não havia tradução, já sabia do que tratava (pensava eu!). A questão resolveu-se com a nova tradução portuguesa que chegou recentemente em três volumes. Comecei a ler o primeiro no início do ano e acabei de ler o último na semana que passou.

 

 

05
Out20

“Todos os Nomes”, José Saramago

Sofia

A pele é tudo quanto queremos que os outros vejam de nós, por baixo dela nem nós próprios conseguimos saber quem somos.

Todos os nomes - Livro - WOOK

Há uns tempos escrevi aqui sobre uma obra de Saramago e alguém comentou e mencionou Todos os Nomes dizendo que era o seu preferido de entre os de Saramago. Já escrevi aqui que este é um dos meus autores portugueses preferidos e que costumo ler obras dele frequentemente. No geral vou para as mais óbvias, confesso. Todos os Nomes não era uma das quais mais tinha ouvido falar, mas após aquele comentário coloquei na lista e finalmente li.

 

 

28
Set20

“A Leste do Paraíso”, John Steinbeck

Sofia

Apenas temos uma história. Todos os romances, toda a poesia, tudo é construído sob o conflito interminável entre bem e mal. E ocorre-me que o mal deve constantemente repetir-se, ao passo que o bem, que a virtude, é imortal. O vício tem sempre uma cara nova e fresca, enquanto que a virtude é venerável como nada mais no mundo o é.

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Há uns meses escrevi-vos sobre as minhas impressões sobre As Vinhas da Ira de John Steinbeck. Na mesma altura comprei A Leste do Paraíso. Antes disso, como vos referi naquela altura, apenas tinha lido, deste autor, O Inverno do Nosso Descontentamento, uma obra da qual gostei especialmente. Em relação a As Vinhas da Ira não senti o mesmo entusiasmo, embora tivesse igualmente gostado. Como resultado destas duas experiência comecei a ler A Leste do Paraíso desprovida de especiais espectativas

21
Set20

“Ethan Frome”, Edith Wharton

Sofia

O regresso à realidade foi tão doloroso quanto o regresso à consciência depois de uma anestesia.

Ethan Frome (Wordsworth Classics): Amazon.co.uk: Wharton, Edith, Knights,  Dr Pamela, Carabine, Dr Keith: 9781840224085: Books

Nunca tinha lido nenhuma obra de Edith Wharton além de A Idade da Inocência, provavelmente um dos meus livros preferidos. Decidi ler Ethan Frome muito por essa razão e, como me deparei há pouquíssimo tempo com a obra, decidi avançar.

 

 

14
Set20

“Finnegans Wake” – James Joyce

Sofia

Conheceste-me uma vez, não me conhecerás duas.

Amazon.com: Finnegans Wake (Wordsworth Classics) (8601200711196): James  Joyce: Books

Já escrevi aqui sobre Ulisses e, nos primeiros meses do ano, sobre Dubliners, ambas obras de James Joyce. Ulisses continua a ser para mim um dos livros mais queridos. Esta semana escrevo-vos sobre Finnegans Wake porque era um dos dois livros que me faltava ler de Joyce. Creio que em breve escreverei sobre o outro – The Portrait of the Artist as a Young Man.

 

 

07
Set20

“Boas Esposas”, Louisa May Alcott

Sofia

Estes nossos corações são coisas curiosas e contraditórias e, o tempo e a natureza levam a sua avante independentemente de nós.

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Creio que grande parte de vós ouviram, nos últimos tempos, falar desta autora e da sua obra Mulherzinhas, nem que seja em virtude da adaptação cinematográfica mais recente e muito popular. Boas Esposas é uma sequela dessa obra. Na verdade, na altura em que foram publicadas, as duas eram uma só, apenas divididas em primeiro e segundo volumes. No entanto, provavelmente por influência britânica - já que em Inglaterra as obras foram publicadas separadas - circulam com frequência isoladamente e não em conjunto ou em volumes. Eu li Mulherzinhas quando era muito mais nova mas nunca li, ou soube na altura da existência de Boas Esposas. Quando vim a saber já não tinha grande entusiasmo. Apenas recentemente, em consequência da projeção mediática da adaptação cinematográfica, me recordei de Mulherzinhas e da existência de Boas Esposas. Antes que me passasse novamente o entusiasmo, decidi que era desta que lia esta sequela!

 

 

31
Ago20

“Anna Christie”, Eugene O’Neill”

Sofia

Somos todos pobres criaturas e as coisas acontecem, acabamos por errar, apenas isso.

Anna Christie eBook by Eugene O'Neill | Rakuten Kobo

A semana passada falei-vos de uma peça e esta semana escrevo-vos sobre outra peça. Desta vez (ainda) não é Shakespeare outra vez, mas sim o autor americano Eugene O’Neill e a sua peça Anna Christie (1921).

 

 

24
Ago20

“Otelo”, William Shakespeare

Sofia

A reputação é uma imposição vã e falsa; frequentemente conseguida sem mérito e perdida sem justificação.

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Sei que escrevo com alguma frequência sobre obras de Shakespeare aqui e que, provavelmente, deve ser o autor que mais repito. Mas nunca me canso de ler! E a totalidade da obra é tão incrivel que parece que nunca mais acabam. Lembro-me de que no ano passado falei aqui mais de comédias do que de tragédias, mas este ano parece que já vou na segunda tragédia e em nenhuma comédia. E tenho a certeza de que a próxima obra de Shakespeare sobre a qual escrevei a seguir será também uma tragédia, como Otelo.

 

17
Ago20

“Cartas de Aniversário”, Ted Hughes

Sofia

Nobody wanted your dance,/ Nobody wanted your strange/ glitter, your floundering/Drowning life and your effort/ to save yourself,/Treading water, dancing the/ dark turmoil,/Looking for something to give.

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Nunca tinha lido nada de Ted Hughes mas, como muitas pessoas, gosto muito da obra daquela que foi sua esposa, Sylvia Plath. Aliás, há uns tempo lembro-me de ter falado aqui da sua obra Ariel. Foi através de Sylvia Plath que cheguei até Ted Hughes e decidi ler esta sua coleção de poemas.

 

Mais sobre a Sofia

Estudante de Letras. Romântica Incurável. Perdida algures num sonho. Apaixonada por livros, chá, contos de fadas, tragédias e chuva. Entre Flores & Estrelas.

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